O blog da TravelMatch
Conselhos para viajar sozinha, em grupo e com gente que combina contigo. Para nunca mais deixar uma viagem em pausa.
Conselhos para viajar sozinha, em grupo e com gente que combina contigo. Para nunca mais deixar uma viagem em pausa.
Oslo fica entre a floresta e o fiorde. Em três dias faz-se por zonas: o centro, os museus de Bygdøy e o Parque Vigeland. Fora da UE mas em Schengen, e sem euro. E dá para não ir sozinha.
Ler →Munique faz-se do Marienplatz para fora, a pé. Em três dias dá para o centro, Nymphenburg e o Jardim Inglês — e, no Advento, os mercados de Natal. E dá para não ir sozinha.
Ler →Estocolmo é feita de água, catorze ilhas unidas por pontes. Em três dias faz-se por zonas: a Gamla Stan, os museus de Djurgården, o arquipélago. E dá para não ir sozinha.
Ler →Três dias chegam para Edimburgo, quase toda a pé: o castelo e a Royal Mile, a cidade nova e as colinas. Fora de Schengen, pede ETA e não se paga em euros. E dá para não ir sozinha.
Ler →Milão não é só compras. Em três dias faz-se por zonas: o Duomo e a Galleria, o castelo e Brera, os Navigli ou o Lago de Como. E dá para não ir sozinha.
Ler →Dublim é de andar a pé, com o Liffey ao meio e os pubs à mão. Em três dias faz-se por zonas: a margem sul, o Temple Bar, a costa. E dá para não ir sozinha.
Ler →Copenhaga é pequena, plana e boa de caminhar. Em três dias faz-se por zonas: o centro e Nyhavn, Rosenborg e a orla, o Tivoli. E dá para não ir sozinha.
Ler →Em Atenas a Acrópole paira sobre tudo. Em três dias faz-se por zonas: a cidade antiga, o Templo de Zeus e os miradouros, uma excursão. E dá para não ir sozinha.
Ler →Viena no inverno é a dos cafés quentes e dos mercados de Natal. Em três dias faz-se por zonas: o centro, Schönbrunn e os museus, o Prater. E dá para não ir sozinha.
Ler →Em Veneza perder-se faz parte do plano. Em três dias faz-se por zonas: São Marcos, o Grande Canal e Rialto, as ilhas da laguna. E dá para não ir sozinha.
Ler →Praga cabe quase toda a pé. Em três dias faz-se por zonas: a Cidade Velha, o castelo e a ponte, as ilhas e as excursões. E dá para não ir sozinha.
Ler →Florença é pequena e esgota as entradas. Em três dias faz-se por blocos: o Duomo e a Signoria, os Uffizi e o David, o Oltrarno ou a Toscana. E dá para não ir sozinha.
Ler →Sevilha em 3 dias chega para a Catedral, o Alcázar, Triana e uma tarde junto ao rio. O difícil não é a cidade: é encontrar com quem ir nas tuas datas.
Ler →Paris é maior do que parece nos filmes. Em três dias faz-se por zonas: a torre e os Campos Elísios, o Louvre e a ilha, Montmartre. E dá para não ir sozinha.
Ler →Três dias chegam para o essencial de Madrid se deres a cada dia uma zona: o centro, os museus e o Retiro, a Gran Vía. E não precisas de ir sozinha por falta de companhia.
Ler →Amesterdão é um labirinto de canais. Em três dias faz-se por zonas: o centro e o barco, os museus do Museumplein, o Jordaan. E dá para não ir sozinha.
Ler →Depois do Dia de Reis quase ninguém viaja, e é isso que janeiro tem de bom. O difícil não é o destino: é que os teus amigos gastaram tudo no Natal.
Ler →Em Portugal só se faz ski na Serra da Estrela. Pistas, época 2026-27, preços e acessos, as alternativas em Espanha e Andorra, e com quem ir à neve.
Ler →A DiscoverEU dá passes de comboio a quem tem 18 anos. A próxima ronda é na primavera de 2027, para nascidos entre julho de 2008 e junho de 2009. A companhia não vem incluída.
Ler →As promoções de voos duram horas; pôr quatro pessoas de acordo demora semanas. Na Black Friday em grupo, o problema nunca foi o preço, foi a decisão.
Ler →Ir a um festival sozinha é perfeitamente normal, e a música é a parte fácil. O que custa é a tenda, a boleia e a primeira noite, e isso resolve-se com companhia.
Ler →Marrocos está a três horas de Lisboa e parece outro planeta. Dá para ir sozinha, e muita gente fá-lo; o que muda não é o perigo, é o jogo de regras.
Ler →Uma viagem de finalistas sai do papel quando um grupo pequeno decide cedo as datas, o orçamento e quem vai mesmo. O destino é a parte fácil.
Ler →Depois dos 60 sobra tempo e falta grupo. A Inatel põe o hotel e o animador; as pessoas com quem vais são a única parte que podes escolher tu.
Ler →Espanha está a umas horas de estrada. Vigo, Santiago e Salamanca fazem-se num fim de semana sem avião; Madrid e Sevilha pedem três ou quatro dias.
Ler →Num cruzeiro sozinha, a solidão é a parte fácil. O difícil é o camarote: pagar um duplo inteiro, procurar um individual ou dividi-lo com alguém compatível.
Ler →Hoje não há comboio noturno a partir de Portugal. Há noturnos na Europa a um voo de distância, e uma couchette cheia com o teu grupo é quase um quarto privado.
Ler →Uma viagem com amigas raramente falha por falta de vontade. Falha por falta de decisão: ninguém quer ser a chata que marca datas e fala de dinheiro.
Ler →Pensas nisto há anos, e esbarra sempre no mesmo: ninguém à tua volta tem os mesmos dez dias livres. Ainda assim, o Caminho de Santiago português faz-se muito bem sozinha.
Ler →A aurora não aparece na noite que escolheste, aparece na noite em que o céu deixa. O que escolhes é quantas noites ficas e com quem esperas.
Ler →Organizar uma viagem em grupo não é uma tarefa, são três: decidir entre todos, montar o itinerário e fazer as contas.
Ler →Quase nunca é por forretice. É por não se ter falado de dinheiro antes e por se fazer as contas de memória.
Ler →Em fevereiro, alguém escreve no grupo «este verão fazemos Interrail?». Em maio, o passe ninguém o comprou. Como organizá-lo sozinha ou com amigos, e o pormenor de sair de Portugal de comboio.
Ler →Um está a ver voos às onze da noite, o outro diz que este ano é melhor não. «Não quer viajar» quase nunca quer dizer isso.
Ler →Está tudo pronto para o fim de semana: a casa no Douro, a lista de trilhos, a mochila. Falta uma coisa, e é a que mais tempo vai ocupar esta noite: o cão…
Ler →Mudaste de cidade há uns meses, ou o teu grupo de sempre foi-se espalhando. Uma quinta-feira dás por ti sem um plano que não seja do trabalho, e alguém te fala de uma app que te senta à mesa com cinco desconhecidos…
Ler →Em 2026 o dia 31 calha a uma quinta-feira: com um dia de férias tens quatro seguidos. Onde passar a passagem de ano sozinha e como decidir cedo com quem.
Ler →A maioria dos mercados de Natal da Europa fecha antes do dia 25. Quando ir, quantos dias pedir e como aproveitar as terças de 1 e 8 de dezembro.
Ler →Para férias sozinha em Portugal, o destino depende de quantos dias tens. Onde ir num fim de semana, numa escapadinha ou numa semana, e com quem.
Ler →Oito dos treze feriados de 2027 calham em dia de semana. O calendário é bom; o difícil é acertá-lo com a tua gente.
Ler →O melhor destino para viajar sozinha na Europa depende mais do mês do que do sítio. Um por cada época, todos com voo direto de Lisboa ou do Porto.
Ler →A terceira opção que quase ninguém te conta: partires por tua conta, mas acompanhada de gente que viaja como tu.
Ler →Solteiros não quer dizer à procura de namoro: quer dizer sem companheiro de viagem. A idade reduz o campo, as quatro perguntas é que decidem.
Ler →A vontade é clara; o que trava é o salto entre "quero" e "vou". Este guia é precisamente esse salto, em bocados pequenos.
Ler →Perto, bem ligado e sem barreira de língua. 8 destinos ideais para dares o passo sem atravessar meio mundo.
Ler →O problema não és tu nem o teu círculo: é que viajar continua assente numa ideia antiga. Estas são as saídas reais.
Ler →A insegurança não vem de viajar com gente nova: vem de viajar às cegas. Quanto mais sabes da pessoa antes de partir, menos fica entregue à sorte.
Ler →Escolher bem com quem vais é o que mais pesa para a viagem correr redonda. Não procures a melhor pessoa: procura a que viaja como tu.
Ler →Encontrar destino é fácil; o difícil é encontrar com quem. As 6 formas reais, de menos a mais recomendável.
Ler →